É visível: todos somos testemunhas das vastas mudanças comportamentais que se nos escancaram todos os dias, nos mais variados campos da atividade humana. Pensamentos e atitudes que antes eram impensáveis e desencorajadas hoje são glorificados no altar do politicamente correto. No entanto, salta às vistas que essas mudanças só têm criado mais problemas e estimulado uma desordem generalizada nas instituições e na sociedade, na família e na escola, nas igrejas e nas relações de trabalho, na justiça e na política. Essa nova (des)ordem mundial tem origem muito bem datada e definida: trata-se da implantação de ideias marxistas trazidas ao plano da cultura e seu objetivo é a destruição dos valores tradicionais do ocidente, de origem cristã. Karl Marx hoje é mais glorificado do que Deus, ao menos nos círculos governistas – leia-se, “turma da Dilma” -, ele foi o inventor da ideia de que a história humana caminha inevitavelmente para o que ele chamou de comunismo, um tipo de sociedade sem classes, na qual todos seriam iguais e felizes. Não entrando ainda no absurdo lógico dessa ideia, que é muito perversa e mentirosa, é necessário destacar que as tentativas de colocá-la em prática geraram os regimes mais sanguinários e genocidas da história, a exemplo de URSS, China, Cuba, Angola, Vietnã, Coréia do Norte, Alemanha nazista, etc., cujos assassinatos somados chegam ao assustador número de 100 milhões de vítimas no séc.XX! Ora, mas o que isso tudo tem a ver com essa atual inversão de valores que estamos testemunhando? O que isso tem a ver com os filhos que não respeitam os pais? Com os alunos que não respeitam os professores? Com os funcionários que não respeitam os patrões e cospem no prato que comem? Nos comportamentos sexuais bizarros, acerca dos quais não se pode falar um “ai”, sob pena de ser enquandrado em alguma lei do tipo “lei da homofobia”? Na exaltação do aborto e da eutanásia para poupar seus praticantes de certos “incômodos” (A vida humana é um incômodo para os defensores dessas ideias)? Na corrupção transformada em fato normal e cotidiano, acerca do que ninguém mais fica indignado? Eu explico. Após a 1ºGuerra Mundial, os marxistas se viram derrotados em seus fundamentos, pois Marx, seu profeta, havia previsto que os trabalhadores do mundo inteiro se uniriam para matar seus patrões que “tanto os exploravam” e implantariam assim a “gloriosa” ditadura do proletariado em escala mundial. O ocorrido durante o conflito mundial foi o oposto: proletários e patrões se uniram na defesa de seus países e lutaram contra os proletários de outras nações. Foi quando surgiu na Itália, na década de 1920, um delinquente intelectual chamado Antônio Gramsci, que diagnosticou o problema e apontou a solução: as ideias marxistas não prosperaram porque o povo europeu estava ainda impregnado pela cultura ocidental, cujas bases são a ética judaico-cristã, a razão filosófica grega e o direito romano. A solução? “Precisamos destruir a cultura ocidental em seus fundamentos, pois assim poderemos implantar o comunismo”, sentenciou Gramsci. Isso implica acabar com a moral cristã, com o direito, ou seja, com as leis, por meio da subversão e acabar com a lógica – por isso, quanto mais absurdos praticarmos melhor, assim estaremos acabando com a cultura ocidental com mais eficiência! Ora, no Brasil, todo nosso sistema educacional, da pré-escola à pós-graduação é baseado nas ideias de Gramsci! E para completar, toda a grande mídia nacional é igualmente abrigo de esquerdistas desta espécie, pois na década de 1960 a URSS, o primeiro país a adotar o comunismo, infiltrou seus agentes no Brasil para que preparassem a ditadura comunista por aqui. Quando veio a reação de 1964, esse pessoal encontrou abrigo na mídia, nas universidades e –pasmem – na Igreja Católica, onde fundaram certa “Teologia da Libertação”, que nada mais é do que pegar cada palavra do evangelho e transformá-la em instrumento de implantação da ditadura comunista, tomando não mais Jesus como guia, mas Karl Marx. Eis as razões do que hoje vivemos: a desagregação da família, a verdadeira excrescência moral que se tornou a política na esfera federal e os serviços públicos, inclusa aí certa (des)educação, saúde de péssima qualidade, burocracia sem fim, que dificulta ao máximo a vida de quem quer empreender, interpondo obstáculos intransponíveis à livre-iniciativa e à verdadeira fonte de geração de empregos que é o empreendedorismo, a glorificação de condutos imorais, e a sacralização do desvio sexual. A nova (des)ordem mundial é, portanto, o triunfo do socialismo e das ideias de Gramsci, que por sua vez é cria de Marx. Nas escolas, somos levados a achar que Marx e Gramsci foram grandes homens, que tiveram ideias maravilhosas, acima de qualquer suspeita, e estamos sendo levados a desacreditarmos de nossa própria razão pela grande imprensa, ao vermos que algo está muito errado, mas sermos impedidos de desconfiar dos pronunciamentos oficiais. Está em curso um plano sem precedentes para impedir as pessoas de pensarem e de tirarem suas próprias conclusões: de agora em diante, tudo o que você poderá ou não pensar virá do governo federal! Você terá que achar bonito homens se vestindo de mulher e fornicando uns com os outros em plena avenida paulista, na capital, se não “ai de você”, poderá ser preso, graças à “lei da homofobia” que o governo quer aprovar. Percebam que em lugar nenhum na grande imprensa brasileira aparecem posições contrárias a essa verdadeira bagunça que o governo petista está instalando na sociedade, pois eles controlam tudo, inclusive o eleitorado por meio da compra de votos pelo “bolsa-família” e por urnas eletrônicas, cujo processo de apuração é muito nebuloso. Como dominam também o sistema educacional por meio de suas ideologias igualitárias triunfantes, ninguém mais se levanta contra a verdadeira claque de delinquentes que se apossou de Brasília, de onde tentam controlar nossas vidas. O que podemos fazer? Não podemos deixar de pensar, de agir, de sentir, de expressarmos nossas opiniões e nossos sentimentos, de usar nossas inteligências. Não podemos temer, nos deixarmos intimidar por esses revolucionários de araque, que falam em nome do povo, mas que só prejudicam a sociedade como um todo, com sua conduta de parasitas que só vampirizam os verdadeiros trabalhadores. Diante de uma evidente violação das leis da natureza, diga não. Diante das violações aos princípios morais, diga não. Diante da carga tributária excessiva inviabilizadora da livre-iniciativa, diga não. E, principalmente, diante de quem defende ideias “igualitárias”, que só visam retirar de você tudo que é seu por direito e por natureza, diga não, pois o verdadeiro propósito de quem defende isso é controlar sua vida, acabar com sua liberdade e viver às custas do seu trabalho e de seus esforços.